Fique informado sobre algumas normas, instruções, dicas vazamento de gás e muito mais!

Instruções Técnicas do Corpo de Bombeiros Militar do Estado de Minas Gerais

  •  IT-13 – Iluminação de Emergência;
  •  IT-17 – Sistemas de Hidrantes e Magotinhos para Combate a Incêndio;
  •  IT-19 – Sistema de Resfriamento para Líquidos e Gases Inflamáveis e Combustíveis;
  •  IT-23 – Manipulação, Armazenamento, Comercialização e Utilização de Gás Liquefeito de Petróleo;
  •  IT-24 – Comercialização, Distribuição e Utilização de Gás Natural;
  •  IT-27 – Medidas de Segurança para Produtos Perigosos;
  •  IT-32 – Proteção Contra Incêndio em Cozinhas Profissionais;
  •  IT-36 – Sistema de Proteção Contra Descargas Atmosféricas.

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Normas Técnicas

Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT)

  •  ABNT 15590:2008 - Regulador de Pressão para gases combustíveis
  •  ABNT 15194:2005 - Ensaios não destrutivos – Emissão acústica em vasos de pressão metálicos durante o ensaio de pressão – Procedimento

Normas Brasileiras (NBR)

  •  ABNT NBR 15923:2011 - Inspeção de rede de distribuição interna de gases combustíveis em instalações residenciais e instalação de aparelhos a gás para uso residencial – Procedimento.
  •  ABNT NBR 13206:2010 - Tubo de cobre leve, médio e pesado, sem costura, para condução de fluidos – Requisitos.
  •  ABNT NBR 15345:2006 - Instalação predial de tubos e conexões de cobre e ligas de cobre – Procedimento.
  •  ABNT NBR 15526:2009 - Redes de distribuição interna para gases combustíveis em instalações residenciais e comerciais – Projeto e execução.
  •  ABNT NBR 15358:2008 - Rede de distribuição interna para gases combustíveis em instalações industriais – Projeto e execução.
  •  ABNT NBR 13523:2008 - Central de gás liquefeito de petróleo – GLP
  •  ABNT NBR 5883:1982 - Solda Branda
  •  ABNT NBR 15590:2008 - Regulador de pressão para gases combustíveis
  •  ABNT NBR 5410:2008 - Instalações elétricas de baixa tensão
  •  ABNT NBR 5419: 2005 - Proteção de estruturas contra descargas atmosféricas
  •  ABNT NBR 5590:2008 - Tubos de aço-carbono com ou sem solda longitudinal, pretos ou galvanizados – Especificação
  •  ABNT NBR 6118:2007 - Projeto de estruturas de concreto – Procedimento
  •  ABNT NBR 6122:2010 - Projeto e execução de fundações
  •  ABNT NBR 6925:1995 - Conexão de ferro fundido maleável classes 150 e 300, com rosca NPT para tubulação
  •  ABNT NBR 8189:1995 - Manômetro com sensor de elemento elástico – Terminologia
  •  ABNT NBR 8460:2011 - Recipientes transportáveis de aço para gás liquefeito de petróleo (Gás LP) – Requisitos e métodos de ensaio
  •  ABNT NBR 11707:1997 - Recipiente transportável para gás liquefeito de petróleo (Gás LP) – Bujões-Fusíveis
  •  ABNT NBR 8865:2010 - Recipientes transportáveis de aço para gás liquefeito de petróleo (Gás LP) – Requalificação – Procedimento
  •  ABNT NBR 10636:1989 - Paredes divisórias sem função estrutural – Determinação da resistência ao fogo – Método de ensaio
  •  ABNT NBR 15809:2011 - Extintores de incêndio sobre rodas
  •  ABNT NBR 15808:2010 - Extintores de incêndio portáteis
  •  ABNT NBR 11708:1991 - Válvulas de Segurança para recipientes transportáveis para gases liquefeitos de petróleo – Especificação
  •  ABNT NBR 11720:2010 - Conexões para união de tubos de cobre por soldagem ou brasagem capilar – Requisitos
  •  ABNT NBR 12912:1995 - Rosca NPT para tubos – Dimensões – Padronização
  •  ABNT NBR 13419:2001 - Mangueira de borracha para condução de gases Gás LP/GN/GNF – Especificação
  •  ABNT NBR 14024:2006 - Central de gás liquefeito de petróleo (Gás LP) – Sistema de abastecimento a granel – Procedimento operacional
  •  ABNT NBR 14105-1:2011 - Medidores de pressão – Parte 1: Medidores analógicos de pressão com sensor de elemento elástico – Requisitos de fabricação, classificação e utilização.
  •  ABNT NBR 14745: 2010 - Tubo de cobre sem costura flexível para condução de fluidos – Requisitos
  •  ABNT NBR 14788:2001 - Válvulas de esfera – Requisitos
  •  ABNT NBR 14804:2002 - Válvula para recipientes de aço para 190 kg de gases liquefeitos de petróleo (Gás LP)
  •  ABNT NBR 14805:2002 - Indicador fixo de nível máximo de líquido de gás liquefeito de petróleo (Gás LP)
  •  ABNT NBR 15277:2010 - Conexões com terminais de compressão para uso com tubos de cobre – Requisitos
  •  ABNT NBR 5019:2001 - Produtos e ligas de cobre – Terminologia
  •  ABNT NBR 12712:2002 - Projeto de sistemas de transmissão e distribuição de gás combustível
  •  ABNT NBR 12236:1994 - Critérios de projeto, montagem e operação de postos de gás combustível comprimido - Procedimento
  •  ABNT NBR 13103:2011 - Instalação de aparelhos a gás para uso residencial - Requisitos

Normas Mercosul

  •  ABNT NBR NM 302:2005 - Ensaios não destrutivos – Ensaio por emissão acústica (EA) – Terminologia

International Organization for Standardization (ISO)

  •  ABNT NBR NM ISO 9712:2010 - Ensaio não destrutivo – Qualificação e certificação de pessoal

International Electrotechnical Commission (IEC)

  •  ABNT NBR IEC 60079-11:2009 - Atmosferas explosivas – Parte 11: Proteção de equipamento por segurança intrínseca “i”
  •  ABNT NBR IEC 60079-0:2011 - Atmosferas explosivas – Parte 0: Equipamentos – Requisitos gerais
  •  ABNT NBR IEC 60079-1:2011 - Atmosferas explosivas – Parte 1: Proteção de equipamentos por invólucros à prova de explosão “d”
  •  ABNT NBR IEC 60079-10-1:2009 - Atmosferas explosivas – Parte 10-1: Classificação de áreas – Atmosferas explosivas de gás
  •  ABNT NBR IEC 60079-14:2009 - Atmosferas explosivas – Parte 14: Projeto, seleção e montagem de instalações elétricas
  •  ABNT NBR IEC 60079-17:2009 - Atmosferas explosivas – Parte 17: Inspeção e manutenção de instalações elétricas
  •  ABNT NBR IEC 60079-19: 2010 - Atmosferas explosivas – Parte 19: Reparo, revisão e recuperação de equipamentos
  •  ABNT NBR IEC 60529:2011 - Graus de proteção para invólucros de equipamentos elétricos (código IP)

American Society of Mechanical Engineers (ASME)

  •  ASME Seção VIII – Divisões 1 e 2 - Boiler and pressure vessels code

American National Standards Institute (ANSI)

  •  ASME/ANSI-B16-9 - Factory-made wrought steel butt welding fittings

American Society for Testing and Materials (ASTM)

  •  ASTM A 106 - Specification for seamless carbon steel pipes for high pressure service
  •  ASTM B 32 - Standard specification for solder metal
  •  ASTM B 813 - Standard specification for liquid and paste fixes for soldering of copper and copper alloy tube
  •  ASTM E 46 - Chemical Analysis of lead on tin-base solder metal
  •  ASTM E 51 - Spectrochemical analysis of tin alloys by the powder – D-C – Arc technique
  •  ASTM E 87 - Photometric methods for chemical analysis of lead, tin, antimony and their alloys

Department of Transportation (D.O.T.)

  •  D.O.T. - Department of Transportation (USA)

American Petroleum Institute

  •  API 5L - Specification for line pipe

International Organization for Standardization (ISO) and International Electrotechnical Commission (IEC)

  •  ISO/IEC 17024 - Conformity assessment – General requirements for bodies operating certification of persons

Underwriters Laboratories (UL)

  •  UL 125 - Standard for valves for anhydrous ammonia and LP-Gas (other than safety relief)
  •  UL 132 - Standard for safety relief valves for anhydrous ammonia and LP-Gas
  •  NR-1 – Disposições Gerais;
  •  NR-4 – Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho;
  •  NR-5 – Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA;
  •  NR-6 – Equipamento de Proteção Individual – EPI;
  •  NR-7 – Programa de Controle Médico e Saúde Ocupacional;
  •  NR-9 – Programa de Prevenção de Riscos Ambientais;
  •  NR-10 – Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade;
  •  NR-13 – Caldeiras e Vasos de Pressão;
  •  NR-15 – Atividades e Operações Insalubres;
  •  NR-16 – Atividades e Operações Perigosas;
  •  NR-17 – Ergonomia;
  •  NR-18 – Condições e Meio Ambiente de Trabalho na Indústria da Construção;
  •  NR-20 – Líquidos Combustíveis e Inflamáveis;
  •  NR-25 – Resíduos Industriais;
  •  NR-26 – Sinalização de Segurança;
  •  NR-33 – Segurança e Saúde nos Trabalhos em Espaços Confinados.

Sabemos que os sistemas energéticos operados com gases combustíveis são potencialmente perigosos, por isso, seguimos rigorosamente as normas nacionais vigentes, alem das orientações e procedimentos das Companhias e Distribuidoras de gás.

A preocupação com a segurança (dos nossos clientes, dos nossos colaboradores e do sistema em si) reflete em nossos procedimentos e instruções de trabalho, que são revisados constantemente a fim de aprimorar as técnicas de segurança, e são repassados para nossos colaboradores nos cursos de reciclagem e aperfeiçoamento.

Ante isso, nossas normas internas são severas e estão em conformidade com as normas vigentes, afinal de contas, “SUA SEGURANÇA É O NOSSO COMPROMISSO!

GÁS LIQUEFEITO DE PETRÓLEO (GÁS LP)

  •  Inodoro (o odor fortemente característico do Gás LP é devido à adição de uma substância orgânica, derivada do enxofre, chamada de Mercaptana);
  •  Incolor (transparente);
  •  Não é tóxico (não se acumula no organismo e não é venenoso, entretanto, pode ter efeito asfixiante se inalado em grande quantidade, ao substituir o oxigênio na corrente sanguínea);
  •  Não é corrosivo (os recipientes de armazenagem e transporte, bem como as tubulações não sofrem corrosão interna devido ao produto);
  •  Não é poluente (é um combustível limpo e não emite partículas sólidas quando a combustão é ideal, ou seja, quando o mistura comburente e combustível for perfeita – combustão completa);
  •  Mais denso que o ar (sempre que ocorrer um vazamento e dependendo de suas proporções, uma parte do produto será dissipada na atmosfera e, quando as condições de ventilação existentes são insuficientes, a outra parte poderá depositar-se em depressões ou locais mais baixos da instalação, como porões, ralos e redes de esgoto);
  •  Alto poder calorífico, 11850 kcal/kg (dentre os combustíveis mais utilizados o Gás LP é o que possui o poder calorífico mais alto. Exemplo: energia elétrica 860 kcal/kW, carvão vegetal 7500 kcal/kg, óleo diesel 8620 kcal/l);
  •  Altamente inflamável (o limite de inflamabilidade do Gás LP está entre 1,8% a 9,5% em volume);
  •  Ponto de ebulição, 2ºC;
  •  Temperatura de auto-ignição, 405ºC;
  •  Densidade absoluta, estado gasoso: 2,5 kg/m³ (20ºC, 1atm), estado líquido: 0,55 kg/l (20ºC, 1 atm);
  •  Ponto de fulgor, 22,7ºC;
  •  Velocidade da chama, 45 à 50 cm/s (com o ar);
  •  É composto principalmente por Butano e Propano;
  •  Liquefaz-se sob pressão (dentro dos recipientes de armazenagem e transporte o Gás LP se encontra parte no estado líquido e parte no estado gasoso);
  •  Provém de processos industriais.

O Gás LP no Brasil é mais conhecido como gás de cozinha, devido ao recipiente transportável mais comercializado, o cilindro de 13 quilogramas (P-13), através deste reservatório o energético chega há 95% dos domicílios do país. Sua presença é maior até que a da energia elétrica, de água encanada ou de saneamento básico. Porém a utilização do Gás LP não se resume somente à cocção de alimentos, ele pode ser utilizado também no setor industrial (Cerâmica, Vidros, Agrícolas e Alimentícias), no setor de serviços (Hospitais, Academias e Comércio - bares, restaurantes e lavanderias), na agricultura (Aquecimento de estufas, esterilização e secagem) além dos equipamentos para aquecimento de água, aquecimento de ambientes, combustível para churrasqueira, secadora e refrigeração.

Um ambiente onde contem Gás LP confinado pode explodir quando acionado alguma fonte de ignição.

GÁS NATURAL (GN)

  •  Inodoro (o cheiro característico – mistura de Mercaptana – é inserido em sua composição para facilitar a identificação de eventuais vazamentos;
  •  Incolor (transparente);
  •  O combustível é limpo e isento de enxofre (o que aumenta a vida útil dos equipamentos);
  •  Não é poluente (dispensando, por isso, equipamento de filtragem dos gases combustíveis. Os gases gerados na combustão são limpos e podem ser lançados diretamente na atmosfera – quando a combustão é ideal - apresenta como produtos de combustão, além do vapor d’água e dióxido de carbono, baixos índices de óxidos de enxofre e fuligem);
  •  Mais leve que o ar (em caso de vazamento, sobe para a atmosfera rapidamente);
  •  Poder calorífico, 9400 kcal/m³;
  •  É inflamável apenas quanto atinge temperaturas superiores à 622ºC (o que dificulta qualquer tipo de queima acidental. O limite de inflamabilidade do GN está entre 5% a 15% em volume);
  •  É composto principalmente por Metano;
  •  Não é explosivo (se houver combustão, ele manterá a chama sem explosões até que seu suprimento se esgote);
  •  Não precisa ser estocado (aumenta a área útil do estabelecimento, dispensando manuseio de botijões e controles diários);
  •  Temperatura de ignição espontânea, 540ºC;
  •  Velocidade da chama, 35 a 50 cm/s (com o ar);
  •  Temperatura da chama, 1945ºC com ar e 2810ºC com oxigênio;
  •  Ponto de ebulição, -162ºC;
  •  Ponto de fulgor, -189ºC;
  •  Densidade absoluta, 0,766 kg/m³ (20ºC, 1atm).

O GN é um combustível fóssil, com constituição semelhante à do petróleo e pode ser encontrado no subsolo ou no fundo do mar, em depósitos naturais de rochas sedimentares, associado ou não ao petróleo. Sua origem é da decomposição de plantas e animais, resultado de um processo de milhões de anos.

O GN é utilizado em diversos segmentos: residências, comércio, indústria, veículos, e para a geração e co-geração de energia.

Segurança nas instalações

A totalidade dos acidentes nos sistemas operados com gases combustíveis são resultados de falhas em equipamentos, falta de manutenção preventiva, componentes utilizados fora do prazo de validade, ou de erros humanos, por falta de conhecimentos básicos sobre a utilização desses energéticos.

Contudo sabe-se que, tanto o Gás LP, quanto o GN são perigosos, pois tudo que contém energia é potencialmente perigoso. Convencionados do risco, devemos conhecer as características dos produtos, as recomendações e normas existentes para o correto manuseio. Do ponto de vista do produto, a vigilância contínua no manuseio é essencial para sua operação segura.

Dicas importantes

1. Agir de maneira rápida e consciente em situações de emergência é muito importante e exige que a pessoa mantenha a calma, utilize corretamente os equipamentos de segurança e equipamentos de combate ao incêndio;

2. Os equipamentos de segurança, bem como, os equipamentos de combate ao incêndio, devem ser submetidos, periodicamente, à manutenção;

3. O ato de aproximar-se do botijão para removê-lo do local ou para fechar o registro, em caso de vazamento, não poderá causar risco à saúde;

4. Os gases combustíveis, como todos os outros combustíveis, devem ter uma combustão perfeita (ideal, estequiométrica), bem como, uma exaustão adequada, senão a queima produzirá monóxido de carbono, que é um gás altamente tóxico;

5. Cumpra, rigorosamente, com as instruções para verificação e manutenção de cada extintor;

6. Todo extintor que for usado, por pouco tempo que seja, deve ser, imediatamente, recarregado e lacrado;

7. Jamais instale queimador ou lampião diretamente no botijão. A proximidade da chama poderá aquecer o botijão e causar acidentes graves ao acionar a válvula de segurança que alivia a pressão interna;

8. Jamais utilize um recipiente de armazenagem de Gás LP na posição a qual não foi projetado, essa atitude, além de danificar seu equipamento de consumo, poderá causar acidente;

9. O acesso aos registros de corte do gás deve ser livre e desimpedido;

10. Nunca coloque botijões em compartimentos fechados e sem ventilação (armários, gabinetes, vão de escadas, porões, etc) e nem próximo de tomadas, interruptores, instalações elétricas e pontos de ignição;

11. Nunca instale o botijão próximo a ralos ou canaletas. Por ser mais pesado que o ar, em caso de vazamento, o Gás LP pode se acumular nestes locais;

12. Equipamentos destinados à serem utilizados com Gás LP, devem sofrer um processo de conversão, quando de deseja utilizar o GN (e vice-versa), pois a mistura ar-combustível é diferente para os energéticos.

Os vazamentos são percebidos pelo “chiado” provocado pelo escape do gás e pelo odor característico.

Pode-se, também, verificar vazamentos com o auxílio de uma esponja com água e sabão, passando-a no provável local do vazamento, se houver vazamentos aparecerão bolhas.

Não é normal sentir cheiro de gás no ambiente. Caso isso ocorra, tome as seguintes providências:

  •  Feche imediatamente o registro de liberação do gás;
  •  Apague imediatamente qualquer chama que estiver acessa nas proximidades, elimine operações que possam ocasionar faíscas e movimentação de veículos nas áreas próximas aos pontos de vazamento;
  •  Afaste as pessoas do local;
  •  Não acione interruptores elétricos e não ligue, nem desligue nenhum equipamento elétrico/eletrônico;
  •  Desligue a chave geral de eletricidade, somente se ela estiver fora do local do vazamento;
  •  Não fume nem acenda fósforos ou isqueiros;
  •  Se ocorrer em ambiente fechado, abra portas e janelas;
  •  Se ocorrer em cilindro transportável de Gás LP, conduza-o para um local aberto, ventilado e longe de fontes de ignição;
  •  Alerte as pessoas sobre o vazamento;
  •  Isole o local e solicite a assistência técnica da RW Engenharia nos telefones: (31) 3371-7353 / (31) 8422-6571

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  •  Chamar imediatamente a Brigada de Incêndio e/ou o Corpo de Bombeiros (telefone 193);
  •  Por questões de segurança, durante qualquer processo de incêndio, o(s) recipiente(s) de armazenagem de Gás LP (cilindro, botijão, tanque, reservatório) deverá(ão) ser, se possível, isolado(s), caso contrário, resfriado(s) com água, evitando-se assim o acionamento da válvula de segurança e conseqüentemente a passagem de Gás LP para a atmosfera, e se possível, deve-se fechar o(s) registro(s) do(s) recipiente(s);
  •  Para o Gás Natural, durante qualquer processo de incêndio deve-se, se possível, fechar o(s) registro(s) de corte da instalação;
  •  Afaste as pessoas do local;
  •  Se for possível, desligue a chave geral de eletricidade;
  •  Retire do local os materiais combustíveis que puder;
  •  A classe de incêndio em que os gases combustíveis (Gás LP e GN) estão classificados é a classe "B", para esta classe é recomendado o uso de extintores contendo espuma, ou dióxido de carbono (CO2 - gás carbônico), ou pó químico (bicarbonato de sódio).

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